E o tempo se acelera... Parece que voa! Meu quinto ano de EarthDance!!! Uau...
A EarthDance 2005 foi a minha primeira EarthDance. Toquei naquele lindo chillas cheio de panos de Ganesha e etc e tal. Toquei meu live de chillas e depois improvisei minha primeira apresentação de proggy num DJ Set.
EarthDance 2006. Toquei no chillas e na pista principal com o live do TROODON e seu memorável progressivo com os berimbaus do Cris. Ficou na história...
EarthDance 2007. Toquei no chillas com o RubiStick. Foi legal. Teve um "remember" do berimbau, com o Cris...
EartDance 2008. Fiz um live com o super Irineu Barsé nas guitarras. A Lú cantou hinos xamânicos. Foi super legal.
E agora chegou a EarthDance 2009. Tenho duas horas para mandar meu som. Vou fazer o live totalmente com Iphones dessa vez e um MacBook.
Comemorando o aniversário de meu grandecíssimo amigo Pierre, estarei fazendo uma apresentação hoje de noite no Mr. DAM, de minhas músicas calminhas do projeto RUBISCHILLL.
A função começa às 22:00 hs exatamente.
Mr. DAM fica na José do Patrocínio, 824 - Cidade Baixa, Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Até meia noite, mulheres entram di grátis e homens apenas 5 pilas. Depois, 5 pilas para mulher e 12 pros carinhas.
O RubisLive na EarthDance foi bem legal. Eu estava absolutamente tranquilo e o som saiu redondo. As pessoas que lá compareceram também pareciam estar gostando. Pelo menos foi esse o feedback que eu recebi após a apresentação. O Rubistick funcionou perfeitamente e o violão dava para se ouvir bem. No final, o Cristiano tocou berimbau, relembrando a EarthDance 2006.
O Chill Out não estava tão bonito quanto das últimas vezes, e ainda não estava preparado para um Live. Tive que esperar o final do set do DJ anterior para poder começar a montar meu equipamento, o que levou mais de meia hora. Seria bom ter mais espaço e uma mesa adequada para colocar os equipas. O som também não estava ok, com uma caixa desligada e a outra caixa ligada em fase invertida. Só no meio do meu show que o problema foi resolvido. Eu escrevo essas coisas não para desmerecer a produção, mas sim para chamar a atenção para a parte mais técnica do chill out, que sempre é relegada a um segundo plano. Exemplo: quebrou o mixer da pista e tiraram o mixer do chill out, o que atrasou o line-up em mais de duas horas. Chill Out faz parte da festa e merece dedicação especial.
O público também parece não compreender: Eu vi apenas um exemplo de uma menina que tirou os sapatos para entrar no chill out!!! Como o lugar estava totalmente sujo, cheio de areia, infelizmente ela teve que recolocar as botas para ao entrar no chillas não sujar os pés! Um absurdo total...
Destaque para a galera da barraca Psyconautas, que curtiu o live numa boa, ali do ladinho.
O restante da festa estava muito bonita, com as luzes nas árvores e a pista de dança principal. Acho desnecessário o esquema de raio laser e fumacê, mas tem gente que gosta. Peguei a pista no set do Roma e dancei bastante. Saudades dos tempos iniciais do psy...
[O Aníbal viu o Live de pertinho...]
A EarthDance é uma Celebração especial, pela Cura do Planeta. Parabéns aos organizadores por trazer essa energia para nós. Para curar Gaia, não pode ser só no discurso, é chegada a hora da ação! A EarthDance faz parte dessa ação! Viva!!!
Sábado que vem tocarei na Solstice. Será um som diferente: um DJ set alternando sons orgânicos e eletrônicos regressivos. Paz a todos nessa semana.
Na primeira EarthDance eu toquei de camisa social. O Calliari perguntou que roupa era aquela... ahahahah....
No ano passado, também na EarthDance, Rúbis usou bombachas, num modelito gaudério psicodélico.
Em outra festa, no mesmo lugar (o camping do Quati) Rubis usou uma manta no estilo Pakal Votan, ou seja o que parecer com isso.
Trocentos anos atrás, Rubis tocou num festival de Diadema/SP, de pijamas, no estilo Gilberto Gil. Foi devidamente desclassificado pelos jurados.
Na fase pós-Hollywood Rock, com o DeFalla, toda a banda tocou no AeroAnta em SP de fraldão. Porque o Deputado Afanásio Jazadi falou que iria prender o Edu K se ele tocasse pelado de novo. Na verdade o Edu não tocou pelado: ele estava de meias!
Então, além do Rubistick, vale a pena conferir o live do Rubis na EartDance. Só para ver o que estará usando. Ou o que ele não estará usando... Tá calor, né?!?!
Já fazia tempo que não escrevia "reports de psy"... Mas, dadas as circunstâncias desse "Festivas" não me sinto inspirado em tecer muito comentários, porisso vou direto aos fatos.
Só participei no começo e no fim do Indepen.Dance Festival. Devo ter sido uns dos primeiros a chegar, saí para outros compromissos, e voltei no último dia de tarde.
No começo estava tudo muito desorganizado, com falta de credenciais, pulseiras, tíquetes, enfim... Na noite de quinta para sábado eu mandei o meu novo live no chill out. Eles me falaram que aquele lugar era um Chill Out, mas mais parecia uma "tenda de casamento", com aquela lona branca e com aquelas flores. Realmente o chillas deixou a desejar na decór e no som: faltou subgrave. Como eu realmente toco (violão, teclado e rubistick), eu precisa de retorno para poder ouvir o que eu estava tocando, só que não havia caixas de retorno. Enfim, se você não viu a estréia mondial do RubiStick, vou tocar novamente nesse próximo sábado na EarthDance, e lá o Chill Out costuma ser decente.
[Rubis estréia seu Rubistick]
Não curti a pista, porque o som que rolou na night era extremamente pesado para meus ouvidos. Aproveitei para ir dormir no carro, e ao amanhecer dei uma circulada, comi no HariBol (o melhor lugar para se comer da Festa), fiz uma meditação com o Guerreiro Giovane Serpa e depois de muito embaço consegui sair, pois ninguém parecia querer me dar a credencial de DJ.
Só retornei hoje, Domingo, para ver os amigos. O Pedra Branca, que iria fechar o Festival, não apareceu. Não fez falta.
Logo na chegada eu fui informado sobre a "passagem" do DJ Léo Veiga**, e fiquei realmente chocado com as circunstâncias do ocorrido e de seus desdobramentos. O Léo foi no primeiro "SushiWars" e foi o responsável pela vitória dos humanos sobre os intergalácticos suculentos...
Perambulei um pouco pela festa, e percebi que o som do chill out havia melhorado com mais caixas, e até botaram uns paninhos para melhorar aquela brancura.
Fui até a pista, e realmente lá estava muito lindo. Pista de Festival de 1.a! O lugar como um todo estava legal, bem situado, com uma vista linda, com boa infra, e principalmente, estava tudo limpo até o final: Parabéns!
[Lú Rosa, malabarizando ao nascer do Sol !!!]
Então é isso: Lugar legal, Infra e decoração legal (exceto no chill out), atrações legais, line up legal... Tudo para ser a Perfeição, mas...
Porém, para o Festival realmente brilhar, faltou o essencial que foi o "respeitável público". Mas a Organização do evento não pode se limitar a culpar o público. Espero que tenha sido um aprendizado sobre a face da cena psytrance do Estado: o público "roots" que curte festivais foi pequeno demais para lotar a Indepen.Dance. O público "roots" de outros estados não teve tempo de se preparar para um festival que foi anunciado muito em cima da hora (para um festival). A criançada frita que normalmente lota as festas não pôde ir num festival de 3 dias porque provalmente os pais não deixaram, e as biscatrancers e os bombatrancers com certeza aproveitaram o feriadão para estar exibindo o "corpicho" numa pracinha em Imbé...
Talvez para o ano que vem, o Indepen.Dance dê seu Grito de Independência. Nesse ano, tristemente, o brado de Dom Pedro I ficou na segunda opção...
**O DJ Léo Veiga faleceu ontem de manhã, durante seu set. Fez a passagem fazendo o que mais gostava: tocando. Que o Grande Pai lhe dê o devido conforto e entendimento.
Já se agendem para o feriadão do dia 7 de Setembro, o dia da Independência!!! Porto Alegre vai receber um Festival de porte nacional (e porque não internacional) de música eletrônica: o Indepen.dance Festival...
Um Festival é algo muitíssimo mais importante do que uma simples festa. Uma "simples festa" já é algo muito legal, mas num festival você "mora" dentro da festa! São vários dias onde você está em meio aos amigos (antigos e novos), sem relógio, em meio à natureza, curtindo um som... enfim: um pouco de tudo aquilo que pedimos a Deus...
Aqui no estado do RS, já tínhamos o Garapiá Trance Festival, que é um festival único por ser totalmente fiel aos princípios roots do psytrance. O Garapiá é o Garapiá.
Já o Indepen.dance tem outro formato: está direcionado aos grandes eventos, e traz várias atrações internacionais e nomes importantes do cenário nacional, entre eles...
Eu!!! Vou tocar na pista alternativa, fazendo um Live Act de Chill Out, com minha música Organic Digital New-Spiritual.
O HORÁRIO DE MINHA APRESENTAÇÃO É APROXIMADAMENTE ÀS 11:11 HS DA NOITE DESSA QUINTA FEIRA, BEM NO INÍCIO DA FESTA!!!!
Estou renovando o meu live, agora com sons mais étnicos e orgânicos, com a utilização de meu violão elétroacústico e alguns elementos de percursão, sem esquecer do meu notebook e sua parafernália de efeitos digitais, controlados pelos meus teclados e pelo novíssimo instrumento que eu criei e espero estreiar lá que é o "Rubistick"...
Então é isso, te vejo no Chillas da Indepen.dance. Agora dá licença que tenho que ensaiar...
E estão se aproximando as datas das próximas apresentações de Rubis nos "chill outs" da vida...
Como eu só tenho tocado em "poucas e boas", estão confirmadas para Setembro as datas do Festival Indepen.dance no feriadão do dia 07 e a data da EarthDance, no dia 15.
Meu som agora está um pouco mais "in"... indiano! Estou usando loops da Índia, com tablas, além das costumeiras cítaras e outros barulhinhos legais que os yóguis como eu sabem fazer.
E em cima dessa "cama sonora" indiana, muitos solos mediúnicos no meu novo Rubistick... Aguardem e vejam a performance...
Acabo de conhecer o Reactable, que é um "instrumento" que usa e abusa das novas tecnologias de interface homem-máquina.
Eu já tinha escrito aqui sobre a Surface, uma nova interface computacional da Microsoft. Se você é um pouco mais ligado, já deve conhecer o I-Phone e sua tela-superfície multitoque. Enfim, as interfaces teclado-mouse-monitor já mostram o quanto estão velhas, obsoletas e ultrapassadas...
Espero agora, ao lado de um maior desenvolvimento de telas multitoque, a interatividade com os sistemas de voz.
Enquanto isso, eu vou afinado o meu projetinho de interface homem-máquina: O Rubistick...
Mais um vídeo:
Para quem quiser ver um destes em ação, a edição do FILE 2007 - Festival Internacional de Linguagem Eletrônica, no SESI de São Paulo - SP, de 14 de agosto a 9 de setembro, vai ter demonstração do uso deste sintetizador com os músicos da banda da contora Björk.